Nos últimos meses, houve um alvoroço nas redes sociais a respeito da dieta seguida por Deborah Secco durante a gestação da pequena Maria Julia, onde ela ficava até 20 horas sem comer.

Inicialmente, a ideia parece loucura, mas quando goza de boa saúde e acompanhamento de especialistas esse tipo de dieta, chamado de Jejum Intermitente faz bem ao organismo.

Efeitos do Jejum Intermitente

Quando o Jejum Intermitente é iniciado (após 2 ou 4 horas da ingestão de alimentos), os níveis de glicose retornam aos padrões de normoglicemia e diminui a secreção de insulina e estimula a de glucagon. Em seguida, acontece a degradação de glicogênio hepático para a liberação de glicose no sangue.

Se o jejum perdurar por 12 horas, o organismo entra em estado basal ou pós absortivo, onde ocorrerá a liberação de cortisol, glucagon e catecolaminas. Hormônios que manterão os níveis desejados de glicose no sangue, mesmo que não a consuma, pois o organismo usará as reservas de energia contida no fígado, músculos e gordura. Especificamente nessa ordem.

Respostas do organismo ao Jejum Intermitente

O organismo responde ao Jejum Intermitente logo nas primeiras horas. Separamos algumas consequências (boas) dele:

No cérebro acontece o aumento da plasticidade, dos fatores neurotróficos, neurogênese e do biogênese mitocondrial, a redução do estresse, do oxidativo e das inflamações. Melhora a atividade parassimpática nos neurônios autônomos que inervam o intestino, o coração e as artérias, causando melhoria da motilidade intestinal, redução da frequência cardíaca e da pressão arterial.

No Coração acontece a redução da frequência cardíaca em repouso, da pressão o aumento da resistência ao estresse. Nos músculos, algumas das reações são o aumento da resistência ao estresse e a redução da temperatura corporal.

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