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Vitamina D em remédio – Pesquisadores da indústria farmacêutica dos Estados Unidos querem fazer essa transformação

Pesquisadores acusam a indústria farmacêutica norte-americana de tentarem alterar a molécula da vitamina D, para transformá-la em uma substância vendável e lucrativa. Para isso, formaram comitês que “aconselham” o governo dos Estados Unidos a estabelecer a dose recomendável, entre 200 e no máximo 400 unidades por dia, bem abaixo do necessário. Hoje, a organização mundial […]
Pesquisadores acusam a indústria farmacêutica norte-americana de tentarem alterar a molécula da vitamina D, para transformá-la em uma substância vendável e lucrativa.Para isso, formaram comitês que “aconselham” o governo dos Estados Unidos a estabelecer a dose recomendável, entre 200 e no máximo 400 unidades por dia, bem abaixo do necessário.Hoje, a organização mundial de saúde indica doses preventivas de 10 mil UI, não menos, que podem ser obtidas por meio de 20 minutos de exposição solar.A pele dos braços e das pernas expostas em uma pessoa de pele clara e jovem, já produz 10 mil unidades de vitamina D.Essa quantidade é 50 vezes maior do que aquela colocada à disposição do público como suplemento de vitamina D, com o título da dose recomendada.Alerta - Pesquisadores da indústria farmacêutica dos Estados Unidos querem transformar a vitamina D em remédio

Vitamina D

A vitamina D, medida em International Units (IU), correspondendo na língua portuguesa a Unidades Internacionais, é obtida pela exposição ao sol de partes do corpo, como braços e pernas, por 20 minutos e garante a produção de aproximadamente 10 mil UI.Portanto, é praticamente impossível obter a mesma quantidade por meio da alimentação ou pílulas, como propõe a indústria farmacêutica América. Para se ter uma ideia, para produzir 10 mil UI, precisaríamos ingerir cerca de100 copos de leite por dia.

Sol

A ciência demonstra que a pele humana, exposta ao sol, se transforma em uma glândula endócrina, produtora do hormônio. Existe uma desinformação generalizada não só entre a população geral, mas também na classe médica.O horário ideal para tomar sol, o momento em que a radiação ultravioleta é mais positiva para produzir vitamina D, é quando a sombra tem a mesma extensão que a estatura da pessoa. Atualmente, isso ocorre pela manhã entre 8h30 e 9 horas.O ideal é aguardar meia hora para passar o protetor solar, porque após esse tempo, com ou sem protetor, a criança e o adulto não vão mais produzir vitamina D.O mesmo vale para quem optar pela exposição vespertina. No final da tarde, quando a sombra tiver a mesma extensão da estatura da pessoa, os raios solares voltam a ter a mesma qualidade benéfica para produzir vitamina D.Ao meio-dia, o sol está a pino e a sombra não existe. O indivíduo não produz vitamina D, só câncer de pele.

Cancêr?

Existem pesquisas que revelam que a deficiência de vitamina D pode gerar alto risco de câncer; diabetes e hipertensão. Mulheres com baixos níveis de vitamina D, possuem dificuldade em engravidar ou abortam no primeiro trimestre da gestação.Caso levem a gestação adiante, o bebê pode nascer com malformações congênitas.Desde tempos remotos, o homem habituou-se a viver ao ar livre. Desenvolvemos dependência pela luz do solar, garantindo a saúde, portanto não faz sentido dizer que se expor à luz solar é prejudicial à saúde.Como poderíamos ter evoluído e sobrevivido como espécie, se fossemos tão vulneráveis a algo que o ser humano tem sido exposto constantemente ao longo de toda a sua existência?

Vilão

Atualmente, o estilo de vida pode ser apontado como o principal vilão da deficiência de vitamina D no organismo.Passamos a frequentar shopping centers em vez de ir aos parques. Saímos de nosso apartamento, tomamos o elevador, que já dá acesso à garagem, e entramos nos carros que nos levam ao nosso destino.  Hoje, conseguimos passar um ano inteiro sem se expor, uma nesga da pele ao sol.Alerta - Pesquisadores da indústria farmacêutica dos Estados Unidos querem transformar a vitamina D em remédioA vitamina D, controla 229 genes de todas as células humanas. Sem vitamina D, estamos sujeitos a desenvolver uma lista enorme de doenças neurodegenerativas e autoimunes, entre elas a doença de Parkinson, Alzheimer, esclerose múltipla, lupus, artrite reumatoide, psoríase e diabete.
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